Acre

Uma abordagem sobre o voto impresso e auditável por Marcelo Gomes

 O Acre Noticia - redação 

Por Marcelo Gomes Pereira

                    Nos últimos meses, tem o cenário político voltado para as eleições que estão próximas. Em 2022 já teremos eleições. Vamos novamente votar para Presidente, Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual. Passou rápido e a pandemia não causa medo a ninguém. O que vem causando pânico e medo em algumas instituições e pessoal da esquerda é o discurso do Presidente Jair Messias e a respeito do voto impresso. A final por quê o voto impresso assusta tanto a turma da esquerda e divide tantas opiniões? E por que a desinformação do voto impresso tem obtido tanto sucesso dentre os menos esclarecidos?

No voto impresso o eleitor não leva a segunda via para casa e sequer existe segunda via.

É isso mesmo! Não sei de onde uma turma de c. criaram uma ideia mentirosa de que o eleitor vai levar para casa uma segunda via do comprovante de eleição. Esse foi o pior argumento que ouvi e vi de uma pessoa da política que até então o tinha como um sujeito sério. Todavia, com um discurso totalmente prestado ao  desserviço público notei seria falta de informação e leitura. Sigam os conselhos do alienígena Bidú “Busquem conhecimento”.

Vejamos o texto, emenda Constitucional:


Para facilitar a leitura, apontei no texto a resposta para as diversas mentiras que estão buscando implantar. A verdade deve prevalecer o direito ao voto sigiloso é constitucional. Eis os apontamentos:


De forma que, qualquer cidadão que tenha o poder de leitura pode observar que:

1.   A cédula física será conferível pelo eleitor. Tão somente pelo eleitor.

2.   A finalidade da cédula conferível é auditoria. Por que há relatos de eleitores que insistem em dizer que votaram em candidato A e apareceu na tela o candidato B. Para sanar essa questão poderá ser realizado uma auditoria.

3.   Ninguém, antes, durante ou depois terá acesso a cédula que foi impressa. Nem mesmo o eleitor poderá em hipótese alguma levar essa cédula consigo. Não há contato manual!

4.   O voto impresso é apenas mais um mecanismo de garantia e segurança para o voto. Não é uma questão de confiança ou desconfiança nas instituições e seus servidores. É uma questão de direito seu, meu e de qualquer cidadão que queira exercer o seu direito ao voto.

Vejamos uma imagem de como possivelmente poderá vir a ser a urna eletrônica com o procedimento de voto impresso:

Observe a figura acima, um exemplo de uma urna eletrônica com a impressora e seu visor para que o eleitor possa verificar se realmente em quem ele votou confere com a cédula. Isso é transparecia para um processo democrático.

Ademais o voto continuara sigiloso, secreto e com todas as garantias existentes. O voto é sigilo do voto é inviolável.

Sem olvidar a Constituição Federal, artigo 14 que reza que:

Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, ...omissis

De fato, o que vejo é muita desinformação e um não querer das instituições não sei por qual motivo de se recusar a implantação do voto impresso. O povo brasileiro tem o direito de não confiar 100% nas instituições e o voto impresso simboliza apenas a garantia e transparência de novos rumos para o processo transparente e democrático.

Pelo andar da andor vejo que será necessário um plebiscito para discutir a questão e enrolar ainda mais uma vontade popular.






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