por Jocivan Santos 09/01/2026 15:31
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| Pedro Devani/Secom |
Ignez Ketllem Lima de Oliveira, 25, conta que o filho Antone Gabriel, de 3 anos, começou a passar mal na segunda-feira, momento em que procurou a UPA do segundo distrito de Rio Branco.
O pequeno
Antone Gabriel, deu entrada na UPA foi atendido e liberado, mais ao chegar em
casa voltou de novo de passar mal com vomito e febre alta.
Na terça-feira
a mãe que mora do Ramal da Castanheira, região da Vila Acre, voltou de novo a
procurar a UPA do segundo distrito, apesar do filho estar com infecção altíssima,
a mãe conta que filho voltou a ser liberado, após ser internado pegou alta no outro dia.
Em casa novamente Antone Gabriel, voltou a passar mal, com vomito, tudo que comia vomitava, e febre alta. A mãe conta que procurou novamente a UPA do Segundo Distrito, e quando foi atendida pelo médico, após uma longa de espera. O médico teria exigido por parte da mãe uma foto do termómetro, que comprovasse que realmente o filho tinha tido febre.
Por conta
dessa situação, a mãe acusou o médico de dize-la que estava mentido, e o médico
se recusou a fazer o atendimento da criança, momento em que se deu um bate-boca
entre a mãe e o médico.
Ao perceber
a situação uma pessoa da administração da UPA, interveio e até pediu que o
médico atendesse o pequeno Antone Gabriel, mais o médico recusou.
E a pessoa orientou
dizendo que estava sob a responsabilidade do médico, atender ou não a criança a
UPA não poderia obrigar.
A mãe conta
que a partir desse momento, nenhum outro médico da UPA quis mais atender seu
filho.
“Meu filho está com infecção no grau mais elevado, vomito, diarreia, febre alta, mal-estar, meu filho estava desidratado, sangue coagulou por conta disse” o médico veio dizer na minha cara que meu filho não está doente, que nem era pediatra para atender meu filho.





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