por Ascom/pcac 23/02/2026 10:05
Uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), resultou na prisão de uma importante liderança da facção Bonde dos 13, na tarde do último domingo, 22. N. L. da C., de 29 anos, foi capturado em ação conjunta realizada entre a PCAC, o Ministério Público do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), em continuidade à Operação Desmonte III, deflagrada em 1º de dezembro de 2025.
O
investigado era considerado alvo estratégico devido ao seu elevado nível de
influência na tomada de decisões do grupo criminoso. Contra ele havia um
mandado de prisão em aberto, expedido pela Vara Estadual de Jurisdição de
Garantias, pelo crime de integrar organização criminosa. A captura foi
concretizada após rigoroso período de monitoramento, que possibilitou às
equipes identificar com precisão o paradeiro do suspeito e confirmar seu papel
central na coordenação logística e na expansão das atividades ilícitas da
facção.
O delegado
Gustavo Neves, titular da DRACO, destacou a relevância do trabalho integrado
para o êxito da ação. “É fundamental ressaltar que o sucesso desta operação só
foi possível graças ao trabalho interinstitucional realizado entre a Polícia
Civil do Acre, o GAECO e a Polícia Rodoviária Federal, que conseguiu prender
importante liderança da facção Bonde dos 13, como resultado de uma investigação
conduzida pela DRACO da PCAC. Com essa captura, a Polícia Civil reafirma seu
compromisso de sufocar o crime organizado, atacando não apenas a base, mas
principalmente a cúpula que coordena a violência em nosso estado”, afirmou.
O
coordenador do Gaeco/MPAC, promotor de Justiça Antônio Alceste Callil de
Castro, também enfatizou os impactos da prisão para o enfrentamento ao crime
organizado. “Ao retirar de circulação um indivíduo com alto poder de decisão,
as instituições conseguem interromper a transmissão de ordens e enfraquecer a
estrutura hierárquica do grupo. Além disso, essa ação isola comunicações
estratégicas e reafirma a presença do Estado, refletindo imediatamente na
redução de crimes conexos e na desestabilização de planos de expansão da facção
no território”, pontuou o promotor.





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