por Ascom/pcac 15/04/2026 22:19
Na manhã
desta terça-feira, 14, a Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de
Combate a Roubos e Extorsões (DCORE), em ação integrada com a Polícia Civil do
Estado do Rio Grande do Norte (PCRN), deu cumprimento a um mandado de prisão
preventiva em desfavor de F. B. F. da S., de 23 anos, suspeito de integrar uma
organização criminosa especializada na prática de golpes virtuais.
A
investigação foi conduzida pela 57ª Delegacia de Polícia Civil do Rio Grande do
Norte, que apura a atuação de um grupo criminoso responsável por fraudes
envolvendo negociações de compra e venda pela internet.
De acordo
com as investigações, os criminosos utilizavam anúncios legítimos publicados
por vendedores de boa-fé e, ao identificar possíveis compradores, simulavam
intermediar a negociação. Nesse esquema, o comprador realizava o pagamento
diretamente aos golpistas, que se apropriavam dos valores. Como o vendedor não
recebia a quantia acordada, o produto não era entregue à vítima, gerando
prejuízos significativos.
Durante as
diligências realizadas pela equipe da 57ª Delegacia de Polícia de Apodi (RN),
surgiram indícios de que um dos suspeitos, até então não identificado, estaria
escondido em Rio Branco, no Acre. Diante da informação, houve a solicitação de
apoio à equipe da DCORE.
Os
investigadores da Polícia Civil do Acre realizaram levantamentos e diligências
que resultaram na identificação e qualificação do suspeito. Com base nos
elementos reunidos, a autoridade policial responsável representou pela prisão
preventiva, medida que contou com parecer favorável do Ministério Público e foi
deferida pelo Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte.
Após a
expedição do mandado, os policiais civis localizaram o investigado na capital
acreana e deram cumprimento à ordem judicial.
O preso foi
conduzido à unidade policial e permanece à disposição da Justiça. A ação
integrada entre as polícias civis reforça a importância da cooperação
interestadual no enfrentamento às organizações criminosas, especialmente
aquelas que atuam no ambiente virtual e fazem vítimas em diversas regiões do
país.




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