RIO BRANCO

Alunos do curso de direito da UNAMA realizam ação social no abrigo Maria Tapajós em Rio Branco

Por JOCIVAN SANTOS - O Acre Notícia, 02 de julho 2019

Alunos do curso de direito da UNAMA – Universidade da Amazônia, realizaram no último domingo, 30, uma ação social voltada para crianças em situação de risco e vulnerabilidade social, da casa Maria Tapajós localizada no conjunto Rui Lino em Rio Branco.  

Os alunos proporcionaram vários momentos de interação com as crianças do abrigo, como conversas, brincadeiras, fizeram entrega de quites de materiais que foram doados, e também providenciaram um almoço diferenciado para as internas e funcionários do abrigo, além de um tempo para um momento de beleza com as crianças que fazeram maquiagem, unhas, cabelo, e outros itens de beleza essencial para  auto estima da criança.

Na ocasião uma delas fazia aniversário naquele mesmo dia e a alegria foi maior. Os alunos providenciaram um bolo, cantaram parabéns, e fizeram entrega de presentes.


Ao final os alunos ficaram emocionados de terem estado ali, por presenciarem a experiência vivida por muitas crianças em situação de abandono na cidade de Rio Branco, sem os pais sem um lar sem um parente próximo pra acolher e um futuro inserto. 


Atualmente o abrigo acomoda 9 (nove) adolescentes, e uma criança, filha de uma das internas, que já tendo chegado no abrigo com a mãe, permanece com ela, até o surgimento de alguma nova decisão judicial. Estando mãe e filha, assim como as demais adolescentes acolhidas, sob constante observação dos profissionais responsáveis por cuidar e zelar de suas integridades.

É feito acompanhamento psicológico individual com cada uma, delas, tendo em vista as situações difíceis as quais já foram submetidas, assim como monitoramento social, por parte das duas educadoras, além de acompanhamento escolar e incentivo profissional.

O abrigo não visa apenas receber as acolhidas, sem lhes dar alguma perspectiva de futuro, ao contrário, a intenção é que elas possam com o tratamento e acompanhamento adequado, terem condições psicológicas, sociais e financeiras de seguirem suas vidas de forma equilibrada e se manterem sozinhas com a chegada da maioridade.


Mais ainda é possível ver as limitações do mesmo, tanto em sua estrutura, que carece de uma reforma e que conta com poucos moveis, alguns já bem antigos, quanto em questão de poucas atividades para as meninas, fazendo com que elas passem muito tempo ociosas no abrigo. 




veja as imagens:


















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