por Redação 13/05/2026 22:54

O policial
penal Carlos Leopoldo, que é presidente do Sindicato dos Policiais Penais do
Acre, foi acusado pela esposa de agressão na frente da filha de 2 anos, e ao enteado
de 14 anos dentro de casa.
Segundo
Bruna Carolina ex-companheira, o caso ocorreu no dia 24 no mês passado, e um boletim de ocorrência
foi registrado contra Carlos Leopoldo.
Bruna
Carolina também solicitou uma medida protetiva contra o policial, que está
proibido de se aproximar da ex-companheira, Bruna fez exame de corpo
de delito e diz que tem testemunhas do ocorrido.
Ao portal contilnetnoticias,
Bruna Carolina afirma que as agressões aconteceram diante da filha pequena e do
filho adolescente. “Não foi só um tapa, não foi só um soco. Foram agressões
verbais, xingamentos, gritos. Eu tenho vizinhos de testemunha, tenho meu filho.
Ele bateu em mim na frente da nossa filha de dois anos e na frente do meu filho
de 14 anos”, declarou.
Bruna também
afirmou que Carlos Leopoldo já possui histórico de violência doméstica. Segundo
ela, o policial penal foi condenado em 2024 por um caso envolvendo um
relacionamento anterior.
Durante o relato, a vítima disse que decidiu se manifestar publicamente após o policial penal pedir respeito e silêncio em razão da presença da filha do casal na situação.
“Ele pede
respeito por se tratar de uma criança, mas ele não respeitou porque me bateu na
frente da minha filha. Até hoje ela olha para os meus machucados e pergunta se
foi o papai que bateu na mamãe”, contou.
A mulher também afirmou que, após deixar a residência, Carlos Leopoldo não teria procurado ajudar financeiramente a filha. “Ele sequer se manifestou para deixar uma fralda, um leite. Eu tive que me virar para comprar tudo”, disse.
inf.via/contilnetnoticias




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