por Assessoria 26/09/2026 11:17
NOTA À IMPRENSA
O Acre parou
às 19h: veja como um povo sem dinheiro fez a maior mobilização digital do
estado.
Rio Branco,
AC — Na última sexta-feira à noite, algo diferente aconteceu no Acre. Não houve
carro de som, não houve palanque, não houve dinheiro público envolvido. O que
houve foi um povo inteiro, em silêncio e sincronia, esperando o relógio bater
19h para apertar, ao mesmo tempo, o botão de "postar".
Em cidades,
vilarejos e bairros de todo o estado, famílias se reuniram em casa só para
viver esse minuto juntas. Amigos marcaram encontro em bares. Igrejas guardaram
o horário entre uma oração e outra. E quando bateu 19h, telas de celular por
todo o Acre se encheram, quase ao mesmo tempo, com a mesma imagem: a do
candidato a deputado estadual Moisés Diniz (55012).
O resultado
surpreendeu até a própria organização: mais de 1 mil pessoas publicaram
simultaneamente, gerando cerca de 200 mil visualizações somadas em todos os
perfis. O volume foi tanto que os próprios grupos de WhatsApp da campanha
chegaram a travar, incapazes de acompanhar a velocidade das mensagens de
apoiadores confirmando que já tinham postado.
Mas o que
mais impressiona nessa história não é o número — é o que está por trás dele.
Moisés Diniz não recebeu um único centavo do fundo eleitoral. Zero. O dado é
público e pode ser conferido na prestação de contas do candidato. Em uma época
em que campanhas se medem pelo tamanho do caixa, a dele se mede pelo tamanho do
coração de quem a sustenta: mães atípicas, famílias que ele ajudou ao longo de
décadas de trabalho social, e voluntários espalhados por praticamente todos os
municípios do Acre — gente que não ganha salário, só ganha a certeza de que
está lutando por algo em que acredita.
A própria
campanha chama esse modelo de "franciscano": sem recursos, mas com um
exército de fé. E na sexta-feira, esse exército mostrou, mais uma vez, do que é
capaz.
Para
especialistas em comunicação política, ações como essa — orgânicas,
voluntárias, sem custo de impulsionamento — apontam um caminho que tende a se
repetir em campanhas futuras: o poder de mobilização não está mais só nas ruas,
está também na palma da mão de quem acredita.





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